Bem-vindo ao nosso Blog!
Boa parte dos contatos para assistência técnica em perícias de engenharia mecânica vem diretamente de advogados atuando na causa do cliente — e não apenas do cliente final. A parceria com o advogado começa antes mesmo da indicação formal do assistente técnico nos autos: entender o caso, alinhar a estratégia técnica e, quando necessário, orientar a formulação de quesitos que realmente sirvam à tese jurídica.
Quando a causa envolve uma questão técnica de engenharia mecânica — um motor que falhou, um elevador de carga que causou dano, uma estrutura que rompeu — a estratégia jurídica sozinha não é suficiente. O advogado precisa de um assistente técnico que traduza os fatos técnicos do caso em argumentos que sustentem a posição do cliente perante o perito oficial e o juízo.
O ideal é acionar o assistente técnico assim que houver indício de que a causa vai envolver perícia técnica — mesmo antes da nomeação oficial do perito — para já orientar a estratégia. Formalmente, o art. 465, §1º, do CPC (Lei nº 13.105/2015) dá às partes 15 dias, contados da intimação da nomeação do perito, para indicar o assistente técnico e apresentar quesitos. Chegar a essa etapa já com o assistente técnico orientando o caso evita perder tempo útil desse prazo.
O Eng. Me. Cledenir Costa de Oliveira é cadastrado no Cadastro Eletrônico de Peritos e Órgãos Técnicos ou Científicos (CPTEC) do TJSC e já foi nomeado em processos judiciais de perícia de engenharia mecânica. Para o advogado, isso é uma vantagem estratégica direta: conhecer de dentro como um perito de engenharia mecânica costuma raciocinar e estruturar o laudo ajuda a antecipar pontos de atenção e a formular quesitos mais eficazes desde o início.
A experiência prática cobre motores de veículos, motores de embarcações, motor de carreta e veículos pesados, elevadores de carga e falha de materiais. Veja o detalhamento completo em Assistente Técnico Judicial em Perícias de Engenharia Mecânica.
Fale diretamente com o engenheiro responsável para uma avaliação técnica sem compromisso do caso que você está conduzindo.
Sim. É comum que o advogado, atuando em nome do cliente, entre em contato diretamente para alinhar a estratégia técnica da causa, mesmo antes da indicação formal do assistente técnico nos autos.
O ideal é acionar assim que houver indício de que a causa vai envolver perícia técnica — mesmo antes da nomeação do perito oficial — para já orientar a estratégia. Formalmente, o art. 465, §1º, do CPC dá 15 dias a partir da intimação da nomeação do perito para indicar assistente técnico e apresentar quesitos.
O assistente técnico traduz a estratégia jurídica do advogado em perguntas tecnicamente precisas para o perito oficial, direcionando a perícia para os pontos que realmente importam para a causa — algo que exige conhecimento técnico específico do tipo de equipamento ou falha em discussão.
Quando o caso exige, sim — acompanhando presencialmente a vistoria do perito oficial. Em outros casos, a análise pode ser feita a partir da documentação técnica e do laudo já entregue, sem necessidade de diligência presencial.
O assistente técnico analisa o laudo e elabora um parecer técnico, que pode concordar com as conclusões do perito ou apresentar divergência tecnicamente fundamentada — subsidiando a manifestação do advogado sobre o laudo nos autos.
Porque a experiência do lado do perito oficial — cadastrado e já nomeado pelo TJSC em processos de engenharia mecânica — ajuda a antecipar como a perícia costuma ser conduzida e estruturada, o que é uma vantagem estratégica real para o advogado na formulação de quesitos e na análise do laudo.
Motores de veículos, motores de embarcações, motor de carreta e veículos pesados, elevadores de carga e falha de materiais, entre outras questões técnicas de engenharia mecânica em disputa judicial.
Fonte: Lei nº 13.105/2015 (CPC), art. 465, e Resolução CNJ nº 233/2016.
Você irá se ver trabalhando em uma sólida parceria que resultará em uma excelente experiência e um resultado final ainda melhor.
(48)99990-0271